Bento XVI criticou na segunda-feira à noite a cultura em que a “mentira” se apresenta com “a veste da verdade e da informação” e desafiou os católicos a “renunciar à sedução do mal”. Na abertura do congresso eclesial da Diocese de Roma, que se prolonga até hoje, o Papa aludiu à necessidade de emancipação de “um modo de vida em que não conta a verdade, mas a aparência, o efeito, a sensação”.
Falando de improviso, Bento XVI apontou o dedo a “uma cultura que não procura o bem, cujo moralismo é uma máscara para, na realidade, confundir, criar confusão e destruição”. “Contra esta cultura que procura apenas o bem-estar material e nega Deus, digamos ‘não’”, pediu aos presentes.
