Há 25 anos uma estrondosa salva de palmas saudou, na Assembleia da República a criação das freguesias de Santa Catarina, Santo André e Santo António, no concelho de Vagos.
A história do país repercute-se na história local onde desabrocham amores próprios, orgulhos, até lutas e desejo de progresso. Onde muita coisa se funde, a religião, a política, o trabalho, o descanso, o lazer, a festa. Onde as pessoas agem, reagem, vivem, respiram e convivem.
Santa Catarina, Santo André e Santo António são freguesias que têm um pouco disto tudo. Com 25 anos de existência – completam-nos no dia 4 de Outubro de 2010 –, atingiram a maioridade. Na verdade, ao longo deste tempo já provaram que mereciam ser freguesias.
É justo realçar aqui e agora, com todo o entusiasmo e fervor patriótico, as entidades públicas e privadas que tanto lutaram pela criação das nossas freguesias.
Deputados: Horácio Marçal; José Luís Cristo; Mário Gaioso; Girão Pereira; Maria José Sampaio; Álvaro Almeida Rosa. Presidentes de Câmara: Ernesto Neves e D. Alda dos Santos Victor. Entidades Locais: Santa Catarina – António Nunes dos Santos; Santo André – Basílio de Oliveira e P.e Manuel Alexandre Rocha; Santo António – P.e Manuel da Rocha Creoulo, Aquiles Capela e João dos Santos Agostinho.
Peço imensa desculpa se omiti mais alguém. Claro que não podemos esquecer os autarcas que há 25 anos exerciam funções nas juntas de freguesia de Covão do Lobo e Vagos e que votaram favoravelmente o desmembramento destas novas freguesias.
Data de 4 de Outubro de 1985, uma data a fixar, pois assinala um dos acontecimentos mais importantes da história do nosso concelho. Um país ou uma terra que não honra os seus antepassados não merece a sua história.
Basílio de Oliveira
