Aconteceu, no passado sábado, dia 3 de Junho, no Centro de Acção Pastoral, mais uma sessão do Conselho Diocesano de Pastoral Juvenil. A sessão, que se estendeu entre as 10h00h e as 12h30, foi mais uma oportunidade para escutar aqueles que têm tido a responsabilidade de promover a Pastoral Juvenil na Diocese. Numa primeira parte da reunião, puderam ser revistas e avaliadas as diversas actividades que o Secretariado Diocesano tentou levar a efeito. Foi entregue uma grelha a todos os conselheiros, onde estavam enumeradas as ditas actividades, que se concentraram em seis grandes áreas de acção: Formação de Animadores, Propostas de Crescimento Espiritual, Actividades de largo Espectro, Propostas de Apoio Pedagógico, Comunicação e Imagem e Interacção com os grupos Paroquiais. Em traços gerais, a avaliação foi positiva, ainda que tivessem sido feitas algumas críticas. Ficou o desafio a continuar o bom trabalho feito até aqui, apostando sobretudo em formas de motivar os jovens a participar nas actividades (esforço que tem que ser feito a nível diocesano, mas também a nível local). Outra sugestão de fundo foi a de envolver mais agentes de pastoral nas diversas actividades, não apenas na fase da participação, mas logo desde a idealização e concepção das diferentes actividades.
Na segunda parte da reunião, foi apresentada uma proposta de renovação da Pastoral Juvenil Diocesana, sobretudo em dois grandes campos: quanto ao projecto formativo a propor aos jovens da diocese, e quanto à organização interna da equipa do SDPJ e demais estruturas (Conselho Diocesano, Equipas Arciprestais de Jovens…).
Num Conselho onde têm assento todos os arciprestados, movimentos e serviços diocesanos que envolvem a juventude, a participação foi um pouco limitada; mesmo assim estiveram representadas três arciprestados, um serviço diocesano (para além do SDPJ) e dois movimentos.
Os documentos analisados serão agora apresentados aos conselheiros que não compareceram, bem como aos padres que têm a responsabilidade de promover as propostas de Pastoral Juvenil em cada arciprestado. Desta forma, todos os agentes de pastoral desta área específica poderão ser ouvidos, com o objectivo de que o projecto a lançar no próximo ano seja também de todos!
Para saber mais…
O que é o Conselho Diocesano de Pastoral Juvenil? O que é uma Equipa Arciprestal de Jovens? Vejamos o que nos diz a Conferência Episcopal Portuguesa nas “Bases para a Pastoral Juvenil”
25. Um Serviço Diocesano impulsionará a pastoral juvenil em toda a Diocese [no caso de Aveiro, serviço é o chamado Secretariado Diocesano de Patoral Juvenil – SDPJ Aveiro] e cuidará que se lhe dê uma atenção normal em cada paróquia; será o ponto de encontro das preocupações e da elaboração das propostas pastorais; cuidará da preparação dos animadores e dos responsáveis; preparará e elaborará os subsídios necessários. A Equipa Diocesana deve ser plural nas experiências, na sensibilidade, na capacidade de propostas e de acompanhamento das situações.
26. Dado o crescente número de movimentos juvenis de sentido e carisma diverso, uns de raiz diocesana, outros ligados a institutos religiosos e laicais e muitos deles orientados por instâncias nacionais e internacionais, torna-se necessário ou pelo menos útil, o Conselho Diocesano da Pastoral Juvenil, para proporcionar o encontro de todos e a sua integração no plano pastoral da Diocese, tornando-os participantes, em igualdade, nas iniciativas diocesanas comuns.
27. A estrutura paroquial será certamente diversificada, dada a realidade das paróquias. É importante, porém, que a nível paroquial e arciprestal (…) exista uma estrutura simples de estímulo e coordenação, que esteja também em ligação com o Serviço Diocesano.
