Painel
28 de maio de 2012. Na festa da Senhora de Vagos Ângelo Conde
Santo António, Vagos
Costumo vir a este santuário porque encontro sempre aqui uma sensação de paz. Moro aqui perto. Às vezes venho de bicicleta, como hoje. Geralmente, sou avesso a multidões. Mas hoje cá estou. Estava em casa, de folga, e senti-me impelido a cá vir neste dia de festa. Não é que tenha especial devoção a Nossa Senhora de Vagos – procuro, sim, cultivar a relação com Deus –, mas algo me trouxe aqui hoje.
Cristina Rodrigues
Cantanhede
Saí da igreja de Cantanhede à meia-noite de hoje [de 27 para 28 de maio], com um colega. Fizemos uma caminhada muito boa, o tempo esteve muito agradável. Chegamos ao Santuário às seis e meia da manhã. Fomos os primeiros. Faço isto desde há 17 anos. Só no ano passado e há dois anos é que não vim. Faço isto para cumprir uma promessa. Cheguei a vir com a minha filha ao colo, quando ela tinha um aninho. Hoje tem 18. Tenho muita fé na Nossa Senhora de Vagos.
Pedro Cardoso
Vereador da Solidariedade e Ação Social
da Câmara Municipal de Cantanhede
Estou cá com o executivo da Câmara Municipal de Cantanhede, como é tradição. Encontramo-nos neste dia com os nossos colegas da Câmara Municipal de Vagos. É histórica a importância deste Santuário para as gentes de Cantanhede, que desde há séculos para aqui peregrinam.
A Câmara de Cantanhede dá algum apoio a quem chega aqui sem pequeno-almoço, cansado. Com um café, um sumo ou um bolo, pode sentir-se mais reconfortado e aproveitar melhor a parte espiritual.
