Ao ler na “Partilha” do Correio do Vouga o texto com o título “Que é ser mulher? – Um testemunho pessoal” (4 de Março de 2009), senti-me retratada e quero comentá-lo.
Serei o “caro leitor” a quem se refere e digo-lhe… Se tem mais para escrever, continue. Ainda há muitas mulheres assim… Mas somos felizes, porque, lá no fundo, sentimos que precisam de nós!
Podem não nos dar valor muitas vezes, quando até sabemos que fizemos algo de notável, que custou esforço, que deu trabalho. Porém, sem já o esperarmos, lá nos dão razão e acatam o nosso conselho!… E só Deus sabe o que custou aquela indiferença.
Encontramos um refúgio na oração e, sozinhas, pensamos no que somos e no que fizemos e como um beijo de um neto ou de um filho, chega para nos compensar e consolar.
Ser mulher é dar, dar sempre: amor, alegria, força, alento, trabalho, companhia… E tantas coisas mais. Bem-haja pelo seu testemunho tão rico e que nos fez pensar no sol que brilha depois da nuvem cinzenta e na claridade da esperança.
Uma leitora de Albergaria-a-Velha
