“Quero ver o meu filho crescer…”

Ponta de Lança Este apontamento surgiu com o imperativo de ser diferente, desportivamente diferente!

Algumas vezes consegue ser, outras é como tantos outros: igual a outros semelhantes!

Este jogo de palavras não é por acaso. “Apenas” porque é preciso abordar à altura o que se propõe. No caso, pela dimensão e testemunho, apenas um pequeno tributo à obra de Rosário Sarabando!?

E se assim é, no primeiro contexto deste apontamento de inspiração desportiva, nunca será demais evocar quantos, como o refere S.Paulo, correm muito para além da coroa de louros, do troféu perecível: “Os atletas abstêm-se de tudo; eles, para ganharem uma coroa perecível; nós, para ga-nharmos uma coroa imperecível” (1 Cor 9, 25).

A analogia tem enquadramento!

Antes de tudo esta é uma oportunidade (no caso, também uma honra) de apresentar o pensamento, a interpretação da vida num espaço público, aos leitores do “Correio do Vouga”. Depois, trata-se, com o devido respeito, de um grande compromisso de equipa, desde logo na família, nos amigos!

Chegados à Biblioteca Municipal de Ílhavo para o lançamento de um livro, “Quero ver o meu filho crescer…”, patrocinado pela Confraria Camoniana, fomos tomados pelo magnífico trabalho de equipa em que a autora é claramente quem assume guindar a todos ao lugar mais alto do pódio!

O resto, pouco há dizer, para além do que cada um tem obrigação de ler, reconhecer e assumir como essencial. A vida é o prémio maior!

A autora aborda-o magistralmente, como poucos! Só a presença, basta! Tudo o resto, denso, interpelante, é uma viagem! A viagem do como é possível!?

Resumido em subtítulo: através da afirmação da liberdade interior.

Ah! É obrigatório saber algo sobre E.L.A. Sim, sobre a Esclerose Lateral Amiotrófica.

Desportivamente… pelo desporto!