A Conferência de Institutos Religiosos de Moçambique escreveu uma carta aberta na qual manifesta publicamente a sua “indignação e protesto” perante os ataques de que os seus membros têm sido vítimas. Os religiosos pedem mais segurança, lembrando o recente assassinato do padre Valentim Eduardo Camale, missionário da Consolata, morto no dia 3 deste mês durante um assalto à residência dos religiosos, nos arredores de Maputo. O documento refere que é hora de dizer “basta” e considera que o pedido é subscrito pela “maior parte da população moçambicana, que procura viver honestamente e sofre com o mesmo problema da insegurança, nas ruas e em casa”.
