Reaprender… para viver melhor Este rito ajudará a assembleia a tomar consciência da palavra de João Paulo II, quando nos diz que o ritmo de vida de um crente é “da Missa à missão”. A celebração continua em casa com a família e nos lugares de trabalho ou de lazer com aqueles que aí se encontram. São lugares e tempos para testemunhar o valor que tem a Eucaristia na vida de um cristão e o sentido e a dimensão que ela dá a todos os momentos da vida. Uma palavra do presidente, antes da bênção, deve dar este sentido apostólico aos fiéis.
À Eucaristia devemos trazer a nossa vida, para se mergulhar, com os nossos dons, com o pão e o vinho, na vida de Jesus Cristo. Nele, tornada oferta agradável ao Pai, transforma-se em fermento de vida nova, com necessários reflexos no nosso quotidiano. A vivência da comunhão com Cristo e, nEle, com toda a Igreja, injecta sangue novo nas nossas veias, capacita-nos pessoalmente na vida espiritual, tonifica-nos para a coerência da fé, galvaniza-nos apostolicamente…
A bênção final, para a qual se devem usar as diversas fórmulas propostas pelo Missal para certos dias e ocasiões, é sempre, a partir do gesto do presidente da celebração, o reforçar da certeza de que Deus nos acompanha com a sua bênção de Pai e conta connosco para continuar a realizar a sua obra de salvação.
“Ide em paz e Senhor vos acompanhe” – É um mandato de coerência e de missão! A Missa tem de ultrapassar as portas do templo, tem de ir para a vida!
Q.S.
