“Se nada se fizer” corre-se o risco dos “egoísmos nacionais e regionais, a corrupção mundial, a clandestinidade dos mercados” prevalecerem.
Guilherme d’Oliveira Martins, numa conferência promovida pela Comissão Nacional Justiça e Paz, em Lisboa. O presidente do Tribunal de Contas considera que a Doutrina Social da Igreja (DSI) ganhou “uma atualidade mais premente” e que não cumprir “os deveres fundamentais da solidariedade, no que toca à repartição de recursos, conduz a uma situação dramática”.
