“O cinema é a expressão do dizível, a música mostra o invisível. O invisível, para mim, são os sentimentos. É a alma, o nosso espírito. É por aí que a gente vive, pelo invisível.”
Manoel de Oliveira, cineasta, no colóquio “Ver o invisível, dizer o indizível”, promovido pela diocese de Porto, no dia 6 de janeiro de 2012, em Serralves.
