A “passividade” perante “a ditadura do relativismo, o cansaço da fé e a menoridade da mesma” podem “gerar patologias mortais da religião cristã (…). Que ninguém durma (…). Não queiramos ser os culpados pela morte de Deus, profetizada pelos filósofos modernistas”.
D. Jorge Ortiga, arcebispo de Braga, na ordenação de quatro padres, no Santuário do Sameiro. Nos próximos anos, o tema da fé vai orientar a pastoral da Arquidiocese de Braga.
