Roubos e vandalismo em espaços sagrados

A paróquia de S. Tiago de Vagos organizou grupos de “orantes/vigilantes” que, das 9h às 12h e das 15h às 18h, estão pela igreja paroquial, impedindo a repetição dos roubos que ultimamente têm acontecido no templo. O grupo de voluntários, geralmente pessoas reformadas, evita deste modo que a igreja esteja fechada quando não há celebrações litúrgicas.

Entre os objectos roubados, estão uma carpete (furto mais recente), uma concha de prata dos baptismos, uma imagem do Menino Jesus (peça de origem italiana, o mais valioso dos objectos furtados) e até uns sapatos de organista (sapatos especiais para a pedaleira do órgão), como relata o P.e Manuel António Carvalhais, pároco de Vagos. A paróquia estuda agora a possibilidade de colocar vídeovigilância e alarmes na igreja situada no centro da vila.

Vandalizadas árvores na Branca

Já na paróquia da Branca, foram lançados produtos químicos a cerca de três dezenas árvores do parque de N.ª Sr.ª da Aflição de Casaldima, com a finalidade de as secar. A Confraria de Casaldima não esconde a sua “indignação” e vai “apresentar queixa às autoridades competentes, nomeadamente às entidades que superintendem a protecção da natureza”, referiu Alírio Pereira da Silva ao Correio do Vouga. Segundo este elemento da Comissão, “os vândalos actuaram pela calada da noite sem que ninguém se apercebesse, pois nas traseiras, a algumas dezenas de metros, há habitações”.