Olho de Lince A pequerrucha aproximou-se de mim com toda a normalidade. E não teve qualquer problema em entabular conversa. “Já sei rezar” – disse. E fez questão de o provar, desfiando duas orações tradicionais interessantes, que ouvi muitas vezes à minha avó materna.
Depois, preocupou-se em dizer quem a ensinara e que também sabia as orações básicas de um cristão.
Elogiei-a e procurei dizer-lhe que não bastava saber, que era preciso rezar, e bem, aquilo que se aprendeu.
A resposta não se fez esperar: “Eu rezo todos os dias. Mas há muitas pessoas que sabem rezar e não se preocupam nada com isso”. Assim! Sem meias palavras!… E sem palavras fiquei eu!
Q.S.
