Sentido de Vida – que horizontes?

Pode uma noite sem tréguas

Sobre os mortais se abater

Que há sempre um laivo

de esperança

Crepitando em nosso peito

Esperando com ardor

O próximo alvorecer.

E, nem que abruptas montanhas

De impossível escalada

Encurtem o nosso olhar

Há sempre em nós uma força

Um veemente desejo

De podê-las contornar.

Para lá da noite

Das trevas

Dos obstáculos

Do monte

Há sempre um novo amanhã

De claro e imenso horizonte.

Aida Viegas

(participante com uma pintura na exposição que esteve patente na antiga Capitania)