Sinais!

Ponta de Lança Estamos num tempo marcado pela paixão!

Ancestralmente identificada com o vermelho, que é a mais forte das cores, o vermelho predomina onde se encontra, mesmo que misturada com outras, impondo o seu significado de firmeza e bravura. Embora, em sentido negativo indique vingança, dá sempre a ideia de grande vitalidade que, ocasionalmente, pode redundar em excessos.

As tendências próprias do vermelho são: a paixão, o impulso, a resistência, que proporcionam valor, alegria de viver. Por isso, aqueles que o preferem ou se sentem identificados com ele, devem saber controlar-se, para que não se vejam exaltados (em alguma onda vermelha!) por um excesso de vitalidade, que lhes possa ser fatal.

No dia-a-dia, vemo-nos confrontados com a necessidade, mesmo que simbólica ou metafórica, de estar atentos ao vermelho: a linha vermelha, o sinal vermelho, o stop, os pontos críticos (às vezes também considerados negros!). Por exemplo, as contas de A, B ou C estão no vermelho; o nosso “vizinho” anda um bocado vermelho (pode ter muitos significados e causas!); o Beira-Mar, em futebol, e o Esgueira, em Basquetebol, estão na zona vermelha (em perigo, em relação ao alcance dos seus objectivos)!

Em suma, deambulando por outros campos: a rotunda do (ex) eucalipto está ao rubro (quem pensou naquela situação, em que já bastava apenas o trânsito normal, proveniente das artérias da cidade, para ser uma situação crítica, ainda ali vai passar o de Aveiro Sul, a caminho de Ílhavo-Figueira!); o semáforo, em amarelo intermitente, para quem vem da rua Agostinho Pinheiro para entrar na Avenida Lourenço Peixinho (sentido ponte-praça), é vermelho (na sua função), em virtude de ter ali uma passadeira que serve muitas pessoas e bloqueia tudo. Enfim, sinal de branca (na cabeça de quem não pensou nestas situações ao desenhar aqueles “bicos de obra”)!

A terminar, esta é semana da Paixão, onde predomina o vermelho, do sacrifício cruento, o da Redenção!

Desportivamente… pelo desporto!