Ainda a XX Jornada Mundial da Juventude Há momentos determinantes e marcantes na nossa vida. Participar numa Jornada Mundial da Juventude é inegavelmente um desses momentos.
Para quem nunca teve a possibilidade de participar num evento da envergadura de uma JMJ não é fácil compreender e sentir tudo quanto sentiram e viveram os que nela participaram. Nunca se volta indiferente. É uma experiência inesquecível. Opera transformações profundas de vida e de fé no sujeito que a vive.
Por isso, os participantes das paróquias de Recardães e da Trofa desejam comunicar e testemunhar um pouco daquilo que eles próprios sentiram e viveram em Colónia:
– o companheirismo, a amizade, a alegria, a vida, o calor contagiante que brota do encontro de centenas de milhares de jovens de todo o mundo, chamados a convergirem num dado ponto do planeta, para juntos manifestarem e celebrarem a sua fé;
– a possibilidade de se verificar que, afinal, não se está sozinho, mesmo no mundo actual, na procura e no acreditar dum AMOR verdadeiro e autêntico que brota da fé em Jesus Cristo e que pode curar todos os males, saciar todas as fomes, extinguir todos os ódios e fazer cessar todos os conflitos;
– o feliz constatar de que somos muitos na busca incessante de melhor conhecer e amar a Deus;
– a oportunidade de encontro com o Papa, figura indiscutivelmente carismática e comunicante de Cristo;
– o “carrossel” de emoções que a tensão da grandiosidade do evento suscita e provoca;
– a intensa felicidade que se sente na alma por se descobrir que é possível coexistir em harmonia, fraternidade e paz com os outros, qualquer que seja a sua origem, qualquer que seja a sua raça, porque, afinal, o fim que importa é só um e o mesmo – Jesus Cristo;
– a alegria de se ver reconhecido Igreja;
– o gratificante que é fazer-se festa e louvar a Deus;
– a satisfação do dever cumprido tal como propunha o lema da JMJ 2005: “Venimus adorare eum” (Viemos adorá-lo).
