Um novo sacerdote no Ano Sacerdotal

Ano Sacerdotal Iniciado que foi o Ano Sacerdotal em 19 de Junho no Mosteiro das Carmelitas pelo Sr. D. António Francisco, nele se inscreve a ordenação presbiteral do diácono João Gonçalves. Realizar-se-á no dia 12 (domingo) na Sé às 16h, sendo o primeiro presbítero diocesano a ordenar pelo nosso Bispo.

Para bem vivermos este grande dom concedido por Deus à Igreja de Aveiro e pelo apreço aos sacerdotes em geral pedia-se que, tanto quanto possível:

1 – Se dinamizasse algum tempo de oração pessoal e comunitária pelo ordinando, pelos sacerdotes, seminaristas e vocações.

2 – Se inclua na Oração Universal uma especial petição.

3 – As comunidades paroquiais, especialmente os jovens, sejam convidadas a participar na celebração da ordenação.

Abrimos o Catecismo da Igreja Católica e lemos a propósito: “Os presbíteros… estão unidos aos bispos na honra do sacerdócio, e por virtude do Sacramento da Ordem são consagrados, à imagem de Cristo, sumo e eterno sacerdote, para pregar o Evangelho, ser pastores dos fiéis e celebrar o culto divino como verdadeiros sacerdotes do Novo Testamento” (CIC, 1564).

Citando o Padre José Tolentino, numa entrevista recente à Revista Única (Expresso), respondendo à pergunta “Para si o que é ser padre?”, podemos ver algo da identidade sacerdotal: “É uma paixão, um enamoramento, uma forma radical e marginal de vida. E também é paixão porque é o assumir de uma configuração de vida no que ela tem de empenho, trabalho, compromisso, acção”. Insistiu a jornalista: “E porque diz que é radical?”. Respondeu: “Não se é padre das nove da manhã às seis da tarde. É-se sempre…”

P.e Virgílio,

reitor do Seminário de Aveiro