Olho de Lince O dia de trabalho escolar decorria com a normalidade habitual. Estranho, porque não muito frequente, foi aquele movimento nas proximidades da Capela. Um grupo de quatro miúdos entrara e saíra rapidamente, para entrar de novo.
Procurei indagar o que se passava. “Vamos rezar”, foi a resposta. “Viemos saber por que razão não entrou o nosso colega”.
Não perguntei mais nada. Fiquei-me por uns instantes também eu em silêncio e oração. E pude confirmar o objectivo daquela entrada no espaço sagrado. Em silêncio, um de joelhos e os outros sentados, ali ficaram quatro miúdos em oração…
Pensei: fruto de alguma sementeira?… fermento de novas atitudes?… Deus o sabe. Ele avaliará!
Q.S.
