Olhos na Rua Algumas não, porque Lisboa as não considera necessárias e são sempre pesadas ao erário público. Por quem vive e sente os problemas foram mostradas contradições, foi dito que há decisões absurdas, mostrou-se que, em muitos casos, os encargos aumentam, lembrou-se que não se pode fazer gincana de divertimento com crianças de seis, sete e oito anos deslocadas para dezenas de quilómetros… As orelhas estiveram moucas. Também houve queixas de pais em Lisboa pelas alterações de gabinete…
Mas vão abrir muitas delas. Nem os mais interessados no serviço dizem que tudo está a postos. Eles sabem que não está e estão fartos de informações de plateia.
As escolas particulares, essas abrem mesmo. Quando se quer calar alguém é quando ela mais grita. Quando se pensa em decretos de morte é quando a vida se torna mais forte e decidida.
No país, muitos dos mandam deixaram de pensar. Por medo ou teimosia? Pensar bem para melhor servir não suporta nem uma coisa, nem outra.
