Reaprender… para viver melhor A verdade da penitência depende da contrição. Esse é o acto essencial por parte do penitente. Ela consiste na “recusa clara e decidida do pecado cometido, juntamente com o propósito de não voltar a cometê-lo, pelo amor que se tem a Deus e que renasce com o arrependimento”.
“Na realidade, tanto hoje como ontem, o que é próprio do pecador é a negligência para pedir perdão e o não querer converter-se” (15.08.83).
Vivemos uma cultura de muita irresponsabilidade. Assumir os actos próprios, avaliá-los face a critérios evangélicos… não é hábito comum. Sem consciência de falha e vontade de reorientar o rumo da vida, não há vontade de pedir perdão. A conversão é trabalho árduo e persistente. Deus não falta; mas não dispensa a decisão da pessoa humana.
“A necessidade da Confissão talvez lute na alma contra a vergonha; mas, quando o arrependimento é verdadeiro e autêntico, a necessidade vence a vergonha” (1.03.80). As águas límpidas são sempre salutares!
Q.S.
