Vírus Informáticos: o que são e como funcionam

Um dos maiores problemas que os utilizadores de computadores menos experientes enfrentam são os vírus informáticos. Esta calamidade virtual é uma aplicação informática que tem como principal objectivo, infectar o computador, tornando assim o sistema operativo (windows, linux, macOs, etc.) vulnerável a ataques informáticos, que sejam efectuados através da Internet ou realizados de maneira a afectar o seu correcto desempenho. O vírus, normalmente, entra no computador através de alguma aplicação já instalada, de forma a que esse acontecimento não seja do conhecimento do utilizador, propagando-se de uma maneira simples e eficiente. Existem, no entanto, dois tipos de vírus, os inofensivos (afectando ligeiramente o desempenho do computador) e os ofensivos (destruindo ficheiros, tornando o computador inoperacional, ou propagando informação pessoal guardada através da Internet).

A forma mais usual de propagação dos vírus é feita através do e-mail. Na maioria das vezes, podemos recebê-los das seguintes formas:

a) Um aplicativo viral instala-se na nossa máquina, acedendo posteriormente à nossa lista de endereços de correio electrónico, enviando assim para todos os nossos contactos o mesmo vírus.

b) Usando a nossa lista de endereços electrónicos, é enviada uma mensagem que contém vírus, como tendo sido gerada por nós. Dando a ideia que a mesma é fidedigna e sem riscos de maior. Acontece depois que o receptor aceita o e-mail e corre o aplicativo que vem em anexo, infectando assim também a sua máquina. Posteriormente o vírus expande-se, fazendo o mesmo nos seus contactos.

c) Semelhante ao método anteriormente descrito, mas em vez de um aplicativo viral, é distribuído pela lista de contactos, um e-mail como sendo nosso, contendo uma mensagem com um link para um determinado sítio, que contém vírus, infectando assim a máquina de quem segue essa ligação virtual.

Todos estes métodos servem para se propagar, de computador para computador, de uma maneira rápida, os programas que contêm software malicioso. Na próxima semana, iremos abordar algumas formas de combater esta “praga virtual”.

Fernando Cassola Marques