Reaprender… para viver melhor “Há, porém, uma preparação remota, que, pela sua importância fundamental, nunca se poderá descuidar. Trata-se de proporcionar tempo regular e suficiente, para acolher e celebrar o sacramento da Reconciliação, em favor dos fiéis que o pedirem e desejarem. Recorda-nos o Concílio Vaticano II que ‘a mais perfeita participação na Missa, para os fiéis, depois da comunhão do sacerdote, é receber, também eles, do mesmo Sacrifício, o Corpo do Senhor.’
Não se pode menosprezar a verificação que se vai generalizando de que são cada vez mais as pessoas que comungam e cada vez menos as que se confessam.”
O apelo é veemente, do Bispo de Aveiro, como dos Santos Padres: que os presbíteros disponham de tempo para atender os fiéis; que o acolhimento e a oferta do gesto sacramental do perdão se torne uma expressão de fé na cura espiritual, que os mesmos fiéis buscam, às vezes desesperadamente, em formas exóticas, porque distorcemos a oferta que Jesus Cristo faz, pelo activismo que não discerne o essencial.
A Eucaristia dominical é a Festa comunitária do encontro com Jesus – impossível, quando falta o pessoal encontro íntimo em que o mal é reconhecido e o perdão é acolhido.
