Braga: VI Edição da «Nova Ágora» realiza-se em formato Online

Nova edição acontece a 5, 12 e 19 de março e quer ser “laboratório Cultural”

A ‘Nova Ágora’ está de volta para uma sexta edição totalmente online” num evento “que não é apenas para a cidade, mas para todo o país”, afirma D. Jorge Ortiga, Arcebispo de Braga.

“A pandemia de Covid-19 provocou uma grande interdependência comum e entre saberes. O problema é que, não raramente, em vez da cooperação entre pessoas nota-se quase uma concorrência entre elas, cada um quer chegar primeiro ao seu destino. Isso é tudo o que não queremos que a Nova Ágora seja. Pelo contrário”, frisou na apresentação de encontro.

Para D. Jorge Ortiga o ‘Nova Ágora´ exprime o querer da Arquidiocese em ser, “como sempre foi e continuará a ser”, promotora de cultura “promovendo a reflexão, sempre no sentido de incitar a cooperação e nunca a concorrência”.

«A Agonia do Planeta: a exigência de uma Conversão Ecológica» é o tema geral do primeiro dia de sessões, a 5 de março, e vai contar com as participações de Bagão Félix, economista e professor universitário, Domingos Xavier Viegas, professor universitário, e Orfeu Bertolami, também professor universitário. A moderação está a cargo de Isabel Varanda, professora universitária.

A 12 de março «Medicina e Saúde, à luz da Pandemia» é o tema em análise por Fernando Regateiro, Pedro Morgado e Miguel Oliveira, médicos e professores universitários. A moderação está a cargo de Helena Machado, presidente do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho.

No último dia,19 de março, o debate reflete sobre o tema «Precariado: Novas explorações laborais». Ana Mendes Godinho, Ministra do Trabalho, da Solidariedade e da Segurança Social, Paulo Marques, professor e investigador, e Paulo Granjo, doutorado em Antropologia Social, são os convidados com moderação de Graça Franco, jornalista.

Para o coordenador do evento, cónego Eduardo Duque é necessário analisar “os tempos que vivemos” de modo a aprendermos “com o que acontece” num “tempo de grande complexidade”.

“Vivemos tempos estranhos. Tempos de grande complexidade. As mudanças aceleram e alteram, de um dia para o outro, os âmbitos sociais, económicos e culturais. Se não aprendermos nada do que está a acontecer, então as vivências do passado e do presente deixam de ser úteis para a construção do futuro”, conclui.

As várias sessões podem ser acompanhadas através do canal youtube e facebook da ‘Nova Ágora’.

Educris|25.02.2021

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