Fev 25, 2005 | Sem categoria
Nesta semana se realiza em Roma um importante Congresso, em torno do fenômeno migratório, e tendo por foco os emigrantes italianos. O Brasil se faz representar, seja por causa do grande contingente de imigrantes italianos que no final do século 19 e início do século 20 vieram para cá, seja pela consistência do trabalho realizado hoje pelo SPM – Serviço Pastoral dos Migrantes, ligado à CNBB.
Historicamente a Itália sempre esteve muito envolvida com as migrações. Hoje ela vive a contradição que mais caracteriza este fenômeno, que é a inversão das rotas migratórias. Tempos atrás da Itália saíram milhões de migrantes, que foram levar sua vitalidade a diversos países no mundo inteiro. Hoje, para a Itália se voltam os olhos ansiosos de uma multidão que gostaria de atravessar suas fronteiras. E o país que viu seus filhos serem calorosamente acolhidos em tantos lugares, vive agora o drama de regular a entrada dos migrantes que batem às suas portas.
Precedendo o Fórum Social Mundial, em Porto Alegre, em janeiro deste ano, foi realizado com muito sucesso o Fórum das Migrações. Seus dados principais serão recolhidos em livro, a ser publicado em breve. Alguns deles já são levados para o Congresso desta semana em Roma.
O fenômeno migratório sempre esteve presente na história da humanidade. Quando surtos migratórios tomam novo impulso, eles são sintomas de grandes transformações que já estão em processo, e na iminência de se concretizarem. Os migrantes são profetas de mudanças salutares e necessárias para a humanidade.
Alguns dados nos chamaram a atenção. Impressiona a constatação do rápido aumento, no mundo inteiro, da população migrante. Em 1960 as estatísticas apontavam a existência de 76 milhões de migrantes. No ano 2000 já eram 175 milhões.
A América Latina foi lugar de destino de tantos migrantes. Agora, cada vez mais rapidamente, cresce o número de latino americanos que saem de seus países, em busca de sobrevivência. Em 1990 eram 8,4 milhões, agora já são 20 milhões de latino-americanos vivendo em outros países.
A busca da sobrevivência é sempre o motivo maior dos migrantes. Isto aparece, por exemplo, nos dados que revelam a remessa de divisas, realizadas pelos migrantes latino-americanos. Em 2003, foram enviados 38,5 bilhões de dólares para as famílias dos migrantes em seus países de origem. Para alguns países, como El Salvador, a remessa dos migrantes já é a principal receita do governo. O México é o país que mais recebe dinheiro dos migrantes, chegando a 15 bilhões de dólares em 2003, quantia só superada pela exportação de petróleo.
Estes dados escondem outros, que o Fórum das Migrações ajudou a desvendar. Um deles se refere à exploração do trabalho dos migrantes. E explica a situação dos “indocumentados”. Eles assim permanecem, porque sua situação irregular interessa tanto aos países de destino, que assim podem explorar melhor seu trabalho, como para os países de origem, porque assim os migrantes se obrigam a enviar mais remessas de divisas, pois sua situação irregular não lhes permite investir no país onde estão.
Sempre houve migrantes ao longo da história. Mas nunca tiveram tantas restrições como hoje.Se nos perguntamos pelo motivo verdadeiro da prevenção existente hoje diante dos migrantes, é fácil perceber que a grande desigualdade econômica e social está na origem desta prevenção. Quanto maiores os privilégios a defender, mais se teme a presença dos migrantes, que chegam atraídos pela riqueza existente, que se tem medo de repartir.
As migrações denunciam a injusta desigualdade, que vai crescendo hoje no mundo, e cuja superação se torna cada vez mais urgente, se queremos um futuro de convivência harmoniosa entre continentes e países.
* Texto de D. Demétrio Valentini, bispo da Conferência Nacional dos Bispos Brasileiros (CNBB)
– em 27 de Fevereiro de 2005
Fev 19, 2005 | Sem categoria
O1 – Lisboa, Universidade Aberta – Reunião da Comissão Científica com a OCPM em preparação do Encontro Mundial das Comunidades Portuguesas 2005.
02 – Porto – Reunião da OCPM com o SDPM do Porto em ordem á preparação do Encontro Mundial das Comunidades Portuguesas 2005.
03 – Colares – Reunião dos parceiros do Centro de Acolhimento Temporário para Imigrantes S. João de Deus.
04 a 06 – Colónia/Alemanha – Reunião da “Comissão Migrações” do Conselho das Conferências Episcopais da Europa (CCEE), de que a OCPM é membro nomeado.
05 a 10 – Buenos Aires, Argentina – Congresso dos Missionários Scalabrinianos comprometidos em Organismos Eclesiais (diocesanos, nacionais e internacionais) com responsabilidade na Pastoral da Mobilidade Humana das Igrejas Locais.
06 – Buraca, Amadora – XI Festa Crioula das Comunidades Imigrantes, organizada pela Capelania dos Africanos.
06 – Buenos Aires, Argentina – Celebração nacional do Centenário da morte de João B. Scalabrini na Catedral de Buenos Aires.
09 – Quarta-feira de Cinzas – Os cristãos iniciam o Tempo da Quaresma em preparação á Páscoa da Ressurreição do Senhor.
14 a 17 – Lugano, Suíça – Retiro Espiritual de Quaresma dos operadores pastorais (sacerdotes, religiosas e leigos) das Comunidades Católicas de Língua Portuguesa da Suíça (organizado pela Coordenação nacional)
15 – Lisboa – A OCPM participa em reunião de Associações de Imigrantes e Centrais Sindicais sobre a situação do movimento associativo “imigrante” no contexto actual da Sociedade Civil.
17 – Lisboa – Reunião entre a OCPM e a Associação CEFEM sobre parceira de acção através do “Espaço Cidadania”, em preparação na margem sul do Tejo.
20 – Eleições Legislativas (antecipadas) em Portugal.
21 a 25 – Alemanha – Retiro dos Missionários dos Portugueses promovido pela Delegação Nacional, orientado pelo Pe. Manuel da Silva Linda da Diocese de Vila Real.
22 e 24 – Roma, Itália – 1º Encontro Internacional dos Missionários dos Emigrantes Italianos promovido pela Fundação Migrantes, o Ministério dos Italianos no Mundo com a colaboração dos Missionários Scalabrinianos.
23 – Lisboa – A OCPM participa em reunião de parceiros do Projecto EQUAL “Acolhimento e Integração de Requerentes de Asilo”, na Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.
23 – Benfica – Reabertura do Centro de Apoio ao Imigrante “Em Cada Rosto Igualdade” (CECRI).
25 – Lisboa – Reunião dos Capelães de Imigrantes do Patriarcado de Lisboa.
25 a 27 – Bassano del Grappa, Itália – Encontro Europeu do Movimento de Leigos Scalabrinianos.
26 – Arrentela – Concerto de Canto Gregoriano pelo “Coro Capela Gregoriana LAUS DEO”, promovido pelo Rotary Club do Seixal e integrado na Campanha de Apoio à Instituição de Solidariedade Social “Janela Aberta”.
26 e 27 – Fátima – Encontro do 50º Aniversário do Movimento de Pastoral Familiar “Equipas de Nossa Senhora” em Portugal.
27 – Lisboa – Assembleia Magna de Associações de Imigrantes e Organizações cívicas, sindicais e confessionais empenhadas nas migrações em Portugal.
28 de Fev a 02 de Mar – Leça da Palmeira – Encontro Ibero-Francês das Direcções Nacionais do Apostolado do Mar : “Mar e Religiosidade Popular: como evangelizar a afectividade?”. Participa a Comissão Episcopal de Migrações e Turismo da CEP.
Fev 16, 2005 | espiritualidade
O teu Cristo é judeu;
O teu carro é japonês;
A tua pizza é italiana;
A tua democracia é grega;
O teu café é brasileiro;
As tuas férias são turcas;
Os teus números são árabes;
A tua escrita é latina;
Os teus sapatos são portugueses;
O teu perfume é francês;
A tua música é americana…
E…
Tu censuras o teu vizinho
Por ser um estrangeiro…!?
(de autor desconhecido)
Fev 10, 2005 | Sem categoria
“Imigração com abrigo” foi o tema deste V Encontro Nacional de Apoio Social ao Imigrante dedicado inteiramente à realidade da habitação. Reuniu em Fátima, de 14 a 16 de Janeiro de 2005, 60 pessoas entre agentes pastorais, voluntários, mediadores culturais, técnicos sociais, capelães e imigrantes ligados à Caritas, à Obra Católica Portuguesa de Migrações e outras Organizações da Igreja. Os delegados vieram de 13 dioceses do país.
Do conjunto das intervenções dos peritos, testemunhos de imigrantes e trabalhos de grupo, ressaltaram as seguintes recomendações:
1. A habitação é um direito constitucional (Art. 65) que deve ser salvaguardado pelas boas práticas de integração das famílias (Art. 67) e políticas de alojamento por parte das autarquias; sobretudo, nas áreas de forte concentração demográfica de famílias imigrantes.
2. É urgente criar um debate nacional e local, na sociedade civil, com vista à apresentação de propostas, novas medidas e soluções de planeamento mais aderentes à realidade, que conduzam à alteração da lei 163/ 93 de 7 de Maio. Reconhece-se a habitação como problema estrutural da sociedade portuguesa apesar de possuir, desde há 20 anos, um bom diagnóstico, com propostas adequadas, que ainda esperam a urgente iniciativa das entidades responsáveis.
3. A habitação é mais do que ter um tecto. Exige-se, da parte dos Pelouros Autárquicos responsáveis pelos PDM e técnicos responsáveis pela habitação, um acompanhamento continuado antes e depois, nos processos de realojamento social garantindo, assim como, uma pedagogia de participação e integração plenas.
4. A necessidade de eliminar a burocracia exigida aos imigrantes para o arrendamento e aquisição de casa própria, e combater a discriminação que os imigrantes – não só africanos! – sentem, na procura de um espaço digno para viver. A própria continuidade da concessão de autorização de residência e do trabalho dependem em grande parte da casa e do alojamento.
5. A importância dos imigrantes respeitarem as normas de convivência cívica e deveres de cidadania na vida em comum – no bairro, num prédio, num alojamento, ou pensão – pois, muitas vezes, a não observância é potenciadora de maior exclusão social e preconceito entre vizinhos.
Os participantes comprometem-se, a nível prático, nas suas comunidades cristãs a:
– Formar as comunidades imigrantes para os deveres de cidadania na sociedade portuguesa, dando-lhes também a conhecer o Provedor de Justiça na Defesa do Imigrante.
– Incentivar as boas práticas de economia pessoal e familiar para que os imigrantes possam, através de uma gestão disciplinada, orientar bem as suas vidas familiares e cumprir responsavelmente os seus deveres para com terceiros.
– Adoptar formas de acolhimento e de negociação habitacional não discriminatórias, pois os imigrantes devem ser acolhidos como cidadãos iguais e não como estrangeiros a explorar.
– Apoiar o Centro de Acolhimento Temporário para Imigrantes S. João de Deus em Almoçageme (Sintra), que atravessa dificuldades a nível da continuidade do projecto.
– Envolver toda a comunidade, e não só a Igreja, no trabalho concreto com os imigrantes. Trabalhar em parceria com as Associações de Imigrantes, os Centros de Apoio Local ao Imigrante.
– Fazer um maior esforço de aproximação e partilha com as comunidades imigrantes mais fechadas e mais desconhecidas, em atitude de diálogo intercultural e intereligioso.
– Valorizar as visitas pessoais às famílias imigrantes nas casas onde vivem, como forma de evangelização mais aderente aos primórdios do Cristianismo, que cresceu fora do Templo.
– Continuar a proporcionar aos imigrantes e suas Associações, espaços de reunião, de convívio e de culto.
No final dos trabalhos, os presentes, votaram o tema a tratar no próximo encontro. Embora, sem título definitivo, foi decidido que deverá trabalhar sobre as questões “Educação e Identidade Cultural”
* Fátima, 16 de Janeiro de 2005
“É a casa que me permite entender a palavra intimidade” (Ruy Belo).
“ Há sempre um Deus fantástico nas casas onde habito” (Sophia de Mello Breyner).
MEMORANDUM
O V Encontro Nacional de Apoio ao Imigrante abriu com uma saudação de boas vindas de D. Januário Torgal Ferreira que, em nome da Comissão Episcopal das Migrações, deixou, a todos os participantes, uma palavra de estima e de solidariedade, lembrando que, em Portugal, se têm feito coisas magníficas, do ponto de vista do acolhimento aos imigrantes. Na sua intervenção, D. Januário lembrou, a todos, que o acolhimento deve ser humanizador e, terminou, citando João Paulo II, que, a propósito diz: “Aquele que bate à tua porta é Jesus Cristo – dá-lhe abrigo”.
Os trabalhos do encontro começaram com o tema: “Do condomínio privado ao Bairro”, apresentado pelo Padre Valentim Gonçalves, da Comissão Justiça e Paz dos Religiosos que, através de uma “viagem virtual”, com partida da Segunda Circular, junto ao estádio do Benfica, até à freguesia do Prior Velho, mostrou os contrastes profundos, entre dois tipos de “getto”, existentes na cidade de Lisboa. De um lado, a grandiosidade dos recém construídos estádios de futebol e o luxo escandaloso dos condomínios privados, fechados sobre si próprios, dispondo de equipamentos que atendem, ao momento, os mais excêntricos caprichos dos seus moradores, do outro, os bairros degradados, onde tudo falta e onde a “gettização” é cada vez mais acentuada, sobretudo devido ao aumento do número de imigrantes. O Padre Valentim chamou a atenção para o facto de que, cada vez se constroem mais casas, mas o problema das barracas continua: existem 500 mil casas vagas, enquanto 80 mil pessoas precisam de casa. O Padre Valentim finalizou a sua intervenção lançando um alerta: “E necessário um projecto nacional para a imigração que resolva os seus problemas de habitação e de legalização pois, a longo prazo, a UE irá precisar deles para tornarem sustentáveis os Sistemas de Segurança Social, dos diversos países que a integram”.
No seguimento dos trabalhos foi apresentado o Painel “Habitação e Acolhimento – Experiências de quem chega: condições e oportunidades”, moderado pela Dra. Maria Eduarda Viterbo, do Secretariado das Migrações do Porto que, a propósito desta temática, chamou a atenção para os diversos problemas que os imigrantes têm com o aluguer de casa nomeadamente, a recusa, por parte dos senhorios, em estabelecerem contratos de arrendamento, as más condições de habitabilidade e, ainda, situações de racismo e discriminação.
Integrado neste painel, o Padre Aires Gameiro e as técnicas do Centro de Acolhimento Temporário S. João de Deus, prestaram o seu testemunho sobre a vivência do Centro, no seu contacto com os imigrantes. Foram ressaltos os seguintes aspectos, a ter em conta, no trabalho de acolhimento ao cidadão imigrante: Estabelecimento de parcerias, trabalho em rede e, no que diz respeito aos técnicos, muita compreensão e firmeza.
A Dra. Carla Tavares, Vereadora do Pelouro da Habitação, da Câmara Municipal da Amadora, apresentou o tema seguinte: “Estratégias de Abrigo Digno: planear o acolhimento”. A Vereadora da Câmara da Amadora, ao longo da sua exposição, falou dos diversos programas habitacionais implementados pelo seu pelouro, com destaque para o PER e para o Projecto Zonas de Excelência, virados para a integração plena das pessoas oriundas dos bairros degradados do Conselho da Amadora. A Dra. Carla Tavares deixou, ainda, à assembleia, algumas pistas para melhorar o trabalho de realojamento das populações: Apoiar os projectos de vida de cada uma das pessoas e estabelecer parcerias com entidades e instituições, ligadas à problemática da habitação. Também a Dra. Sónia Paixão, da Divisão de Habitação da Câmara Municipal de Loures, na sua intervenção, subordinada ao tema:”Habitar juntos na diferença”, ressaltou a importância da implementação de políticas integradoras, que respeitam a diversidade e multiculturalidade das populações a realojar.
O Prof. Eugénio Fonseca, Presidente da Caritas Portuguesa, fez a apresentação da oradora seguinte, a Dra. Ana Cardoso, Socióloga do Centro de Estudos para a Intervenção Social, que, ao introduzir o tema: “Do Direito à Habitação à Construção da Cidadania”, começou por afirmar que “a habitação é um direito inquestionável do cidadão e que, esta, é muito mais do que um tecto”. No seguimento da sua intervenção, a Dra. Ana Cardoso, fez uma análise profunda dos factores que, de algum modo, podem influenciar a exclusão dos imigrantes – dificuldades na obtenção de casa, dificuldades de acesso ao mercado de trabalho e à escola, estigmatização social, acomodação e auto-exclusão. Em paralelo, Ana Cardoso, apresentou possíveis soluções para estes problemas que, segundo ela, passam pela concretização de políticas que garantam habitação para todos, pela aceitação das diferenças, por parte de toda a comunidade e, também, pela responsabilização do imigrante em relação aos direitos e deveres de cidadania.
Os trabalhos, deste encontro de reflexão sobre Imigração, terminaram com uma palestra, proferida pelo Padre Dr. José Tolentino de Mendonça, subordinada ao tema: “Habitação na Bíblia-uma parábola de acolhimento”. Citando várias passagens do Evangelho de S. Lucas e dos Actos dos Apóstolos, o Padre Tolentino de Mendonça, falou da Casa, como o centro nuclear da vivência cristã: “Em oposição ao Templo, é na Casa que a experiência de Deus se realiza e onde são marcantes os laços de reciprocidade, de solidariedade, de comunhão e de igualdade entre as pessoas”, afirmou. O Padre Tolentino de Mendonça acrescentou, ainda, que “na perspectiva cristã, a Casa, é o espaço revitalizante, onde se experimenta a presença de Jesus Cristo”. Referindo-se, neste contexto, a Jesus, afirma que “Este, entra na casa e, a partir do espaço da Casa, transforma a sociedade, porque, a Casa, é um espaço de liberdade, onde é possível experimentar coisas novas. Na Casa, Jesus, faz uma pequena revolução”. A terminar, o Padre Tolentino de Mendonça, reforçou o facto de que, “ a Casa é o lugar fundamental para entender o Cristianismo e para o anúncio da Boa Nova”.
Fátima, 16 de Janeiro de 2005
Gabinete de Informação e Comunicação
Obra Católica Portuguesa de Migrações
Caritas Portuguesa
Fev 1, 2005 | Sem categoria
O “Observatório da Imigração” do ACIME disponibiliza no seu site (www.acime.gov.pt) um levantamento das Associações de Imigrantes reconhecidas oficialmente (Elenco extraído do site em 15.02.2005) Associações de Apoio ao Imigrante reconhecidas pelo ACIME em Portugal:
Associação Cultural Moinho da Juventude Trav. do Outeiro, nº1, Alto Cova da Moura 2720-575 AMADORA Tel. 21 4971070 E-mail: tjuv0091@mail.telepac.pt
Morna – Associação Cultural Luso-Africana Rua Duque de Palmela, nº 2 – 8º dto. 1250 LISBOA Tel. 21 3582880
Associação dos Cidadãos da Guiné-Conakri Residentes em Portugal Rua de Campolide, nº 110 – 2º dto. LISBOA Tel. 21 3830452
Associação Unida dos Emigrantes da Guiné-Bissau em Portugal Rua de São Bento, nº 82 – 1º 1200 LISBOA
Associação Caboverdeana de Lisboa Av. Duque de Palmela, nº 2 – 8º 1250-098 LISBOA Tel. 21 3531932
Associação dos Naturais do Pelundo Residentes em Portugal Estrada da Circunvalação, nº 14 1495 LISBOA
Liga dos Africanos e Amigos de África – Liáfrica Rua Forno do Tijolo, nº 46 – 2ºD 1100 LISBOA Tel.
Associação dos Angolanos Residentes em Portugal – Novager Rua do Município, Lote 515-A, 1º esq. 2700-599 AMADORA Tel. 21 4763558 Fax. 21 4763908
Associação Juvenil Luso-Africana Pontos nos Is Rua Rodrigo Sampaio, 139 – 4º esq. 4000-425 PORTO Tel. 22 2089599
Associação Guineense e Povos Amigos – Aguipa Rua Martens Ferrão nº 34 – 2º dto. 1050 LISBOA Tel. 21 3150411
Associação Angolana de Solidariedade em Portugal – ASAP Rua Capitães de Abril, nº 37-8º D – Alfornelos 2700 AMADORA Tel. 21 4740032
Associação Guineense de Solidariedade Social – Aguinenso Av. João Paulo II, lote 528 – 2º A, Chelas 1900 LISBOA Tel. 21 8370436 Fax. 21 8370287 E-mail: Aguinenso@clix.pt
Associação Unidos de Cabo Verde Rua das Fontainhas, 119 – Venda Nova 2700 AMADORA Tel. 21 4763728
Associação dos Filhos e Amigos da Ilha de Jeta – AFAIJE Bairro Novo do Pinhal, lote 24 – 1ºesq., S João do Estoril 2675-363 ESTORIL Tel. 96 6105398
Associação de Solidariedade Social – ASSOMADA Alameda João de Menezes, nº 12 A, S. Marçal 2795 CARNAXIDE Tel. 21 4160092
Associação Coligativa Bissau Biombo e Amigos – ACBBA Bairro Novo-Estrada Militar, nº 40, Venda Nova 2700 AMADORA Tel. 96 7910485
Associação Geração Nova -AGENOVA Rua Ferreira de Castro, lote 329 – r/c dto., Zona N1de Chelas 1900-697 LISBOA Tel. 21 8376340
Associação da Comunidade de São Tomé e Príncipe em Portugal – ACOSP Ed. das Portas de Benfica, Castelo Norte – Porta B 1500-584 LISBOA Tel. 96 8274476
Associação Espaço da Comunidade Cabo-Verdiana – ECC-CO Rua Augusto Nobre, nº 4, Encosta da Portela 2795-584 CARNAXIDE Tel. 21 4180876 Associação dos Antigos Alunos do Ensino Secundário de Cabo Verde Rua Manuela Porto, nº 12 A-B 1500-422 LISBOA Tel. 21 7152991
Centro Cultural Africano Praça General Luís Domingues, nº 61 – 2º 2910-585 SETÚBAL Tel. 91 4933827
Associação Mãos Unidas Casa da Alegria – AMUCA Prolongamento da Av. General Humberto Delgado – Apartado 69 2700 AMADORA Tel. 21 4921571
Associação de Amizade dos PALOP no Algarve – APALGAR Rua do Leste Loja AQ, r/c esq. 8125 QUARTEIRA
Associação Amigos do Príncipe Quinta da Samaritana, Av. Pe. Alberto Neto, 64 – 1º esq., Belas 2745 QUELUZ Tel. 96 7067065
Associação dos Filhos e Amigos do Concelho de S. Miguel de Cabo Verde Rua das Fontainhas, nº 66 A, Venda Nova 2720 AMADORA Tel. 96 6233213
Associação dos Filhos e Amigos da Ilha de Bolama – Cabás Garandi Rua da Amoreira, nº 5 – 1º dto 2725-067 ALGUEIRÃO Tel. 21 7988291
Associação Espaço Jovem Rua C – Bairro de Santa Filomena, nº 12 – r/c 2700 AMADORA Tel. 96 6430188
Associação Unida e Cultural da Quinta do Mocho Urb. da Quinta do Mocho, Lote 20 – Bloco 2 – r/c 2685 SACAVÉM Tel. 21 9400600
Associação para a Informação e Defesa da Saúde dos Africanos – Sanitae Rua da Graça, nº 65 C 1170-167 LISBOA Tel. 21 8878914
Associação Cabo-Verdiana de Sines e Santiago do Cacém – ACSSC Rua de Ferreira, 2 – Apartado 340 7520-195 SINES
Associação de Melhoramentos e Recreativo do Talude Estrada Militar Talude, nº 93, Bairro Veneslau – Catujal 2685-486 UNHOS Tel. 21 9401430
Associação dos Filhos de Calequisse Residentes em Portugal – AFICAP Rua Adriano Correia de Oliveira, 29 – 2º dto., Laranjeiro 2810 ALMADA
Associação dos Emigrantes de Tame Bairro das Marianas, nº 66 A 2775-339 PAREDE Tel. 21 4583386
Associação dos Promotores da Amadora Saudável – AJPAS Praceta Luíz Verney, Damaia-de-Cima 2720-435 AMADORA Tel. 21 4905426
Associação Clube Desportivo Alto da Cova da Moura Rua do Vale, nº 17, Buraca 2720-606 AMADORA Tel. 21 4905111
Associação para a Defesa dos Direitos dos Imigrantes – Solidariedade Imigrante Rua da Madalena, nº 8 – 2º 1100-321 LISBOA Tel./Fax. 21 8870713 E-mail: solidariedade_imigrante@hotmail.com E-mail: apoio.info@solim.org
Associação Humanitária de Auxilio aos Santomenses – Cloçon- Betú Av. Almirante Reis, nº 13 – 1º 1150 LISBOA Tel. 21 8851608
Associação dos Residentes Angolanos no Concelho de Odivelas – ARACODI Rua João Santos, 75 – 1º Piso, C.C. de Aroja, loja 41 2675 ODIVELAS Tel. 21 9322921
Associação Cultural dos Romenos Mercia Eliade Rua de São Mamede, 18 B 1100-534 LISBOA Tel. 21 8872552
Associação para a Defesa e Inserção das Minorias Étnicas – ADIME Rua 25 de Abril, Vale de Chicharos, Lote 10 – 4F 2845-174 AMORA
Associação Romena e Povos Amigos Rua Rebelo da Silva, 17-19 1100 LISBOA
Associação de Estudantes Angolanos em Portugal Rua Leopoldo de Almeida, 6 A 1700-138 LISBOA Tel. 21 7570752
Casa de Angola Rua do Forno do Tijolo, nº 46 – 3º dto. 1170-137 LISBOA
Casa do Brasil de Lisboa Rua de São Pedro de Alcântara, 63 – 1º dto. 1250-238 LISBOA Tel. 21 3471580 Fax: 21 3472235 E-mail: secretaria@casadobrasildelisboa.rcts.pt
Clube Filipino Av. Infante D. Henrique, Lote 35 1800 LISBOA Tel. 91 2108838
Liga dos Chineses de Portugal Av. da Boa Vista, nº 1588 – 3º, Sala 314 4100 PORTO Tel. 22 6063289
SOS – Associação de Defesa dos Angolanos Quinta Grande, Rua Mónica, Vivenda EA.T 1750-122 LISBOA Tel. 91 9486526