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A Missão Católica de Língua Portuguesa de Nuremberga existe desde 1976.

Como o próprio nome indica, esta Missão, na pessoa do Padre por ela responsável, atende pastoralmente todos os falantes da língua de Camões: Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, Guiné Bissau, S. Tomé e Príncipe, Timor e Cabo Verde.

É vasto o espaço geográfico de ação desta missão que abrange todo o norte da Baviera.

Ao longo dos seus 40 anos de existência foram-se formando comunidades nesta ou naquela cidade desta região.

Foram crescendo umas, desaparecendo outras, conforme o interesse e o número de portugueses existentes nessas paragens. À data, são cinco as comunidades de que a Missão se ocupa de modo regular. Esporadicamente assiste ainda grupos ou pessoas que vão solicitando o acompanhamento e serviços do pároco.

Em cada comunidade existe um grupo de 3 a 5 pessoas que, em conjunto com as outras comunidades, formam o Conselho Pastoral da Missão.

Pequenos grupos de animação litúrgica, concretamente no que diz respeito ao canto, à proclamação da Palavra; grupos de acólitos, grupos de catequese; grupos de jovens; grupos de senhoras, formam e dão vida ao que se chama a Missão Católica de Língua Portuguesa de Nuremberga.

Com um território tão vasto (equivalente a quase metade de Portugal) torna-se difícil fazer um trabalho pastoral aprofundado. Por esse motivo, algumas  comunidades são visitadas apenas uma vez por mês.

A preparação de noivos para o casamento, de jovens e adultos para o crisma, de pais e padrinhos para o batismo, são outras atividades que têm lugar em cada comunidade devido à grande distância a que estas se encontram. E, claro está, a Eucaristia é sempre o momento mais importante e que reúne o maior número de pessoas.

Há ainda todo um trabalho de acolhimento social e espiritual que se concretiza na visita aos doentes e aos presos, no acompanhamento das famílias enlutadas ou na assistência social aos desempregados.

A Missão tem prestado uma particular atenção aos recém chegados que apesar de possuírem uma formação superior à da primeira imigração, nem por isso têm o caminho mais facilitado.

 

Padre Joaquim da Costa