A escola debatida por professores e estudantes ciganos; os mass media na formação de uma cultura de solidariedade e tolerância:
alguns dos temas do V Congresso Mundial da Pastoral dos Ciganos
Uma mesa redonda de professores e estudantes ciganos sobre “Ciganos e escola: problemas emergentes e propostas educativas” moderada pelo responsável pela Comissão Episcopal da Pastoral dos Ciganos da República Checa, Mons. Josef Koukl, é um dos temas do V Congresso Mundial da Pastoral dos Ciganos que o Conselho Pontifício para a Pastoral dos Migrantes e Itinerantes (CPPMI) promoveu em Budapeste, Hungria de 30 de Junho a 7 de Julho próximos.
O tema “o papel dos mass media na formação de uma cultura de solidariedade e tolerância” será exposto pela Drª Judit Juhász, Directora do Serviço de Imprensa da Conferência Episcopal da Hungria, entidade co-organizadora do Congresso.
O Congresso será presidido por Mons. Stephen Fumio Hamao, Presidente do CPPMI e terá intervenções de Bispos da Índia, Hungria, Itália, Ucrânia e França. Mons. Agostino Marchetto, Secretário do CPPMI fará uma intervenção sobre a perspectiva eclesial da pastoral dos ciganos e apresentará as conclusões do Congresso. Outras intervenções focarão as políticas de apoio à promoção dos ciganos em Itália e os direitos dos ciganos nos processos de “integração”. Os Directores Nacionais das Pastorais dos Ciganos participarão numa mesa redonda sobre “diálogo e missão: que motivações e que objectivos?”
A delegação portuguesa integrou representantes da Obra Nacional da Pastoral dos Ciganos (ONPC), dos Secretariados Diocesanos (SD) e de outras entidades empenhadas na pastoral dos ciganos: Cón. Dr. Filipe de Figueiredo, Irmã Zulmira Cunha e Dr. Francisco Monteiro (ONPC), Drª Carolina Eiras (SD Bragança), P. Dr. Henrique Januário (SD Porto), Diác. Daniel Rodrigues (SD Aveiro), P. Amadeu Ferreira (SD Viseu), P. Dr. Albino da Luz Carreira (SD Leiria), e D. Fernanda Pedro (SD Setúbal e CEFEM – Centro de Formação e Educação para as Migrações).
Os participantes no Congresso visitarão comunidades católicas de ciganos na Hungria e participarão numa Liturgia Bizantina celebrada com ciganos húngaros.

Quanto a mim sinto uma certa apreensão pelo que oiço e vejo à volta daquilo que faço, e tenho feito ao longo da minha vida em favor dos mais desprotegidos. É um dever que tenho e se não o fizesse seria infiel. Porém estou grata aos meios de comunicação social que até hoje só me têm relevado a minha parte positiva, desta maneira releva a Igreja e a Congregação a que eu pertenço.

Sim, ao ver esta publicidade toda, dou graças a Deus por me ter escolhido para ser serva entre os servos e pobre entre os pobres, e procurar aceitar com fé as contrariedades da vida e transmiti-la aos outros.

Penso que sim uma vez que a comunicação social só me tem relevado a minha parte positiva.
Por experiência própria o Evangelho, as biografias das pessoas que passaram na vida fazendo o bem foram sempre mim motivo de estímulo e de adesão, procurando imitar o Mestre de quem eu procuro seguir.
Penso que outros pensarão igual.

Os meus amigos ciganos ficaram felizes, mas não fui eu que os informei.
Sinto-me pequenina perante qualquer prémio ou elogio. Tenho consciência que é muito pouco o que eu ajudo perante o muito de que eles precisam.