Negócios ilícitos em castelo medieval
Expresso (12 Abr)
Negócios ilícitos em castelo medieval
O acampamento de uma comunidade de etnia cigana no Mártir Santo, junto às muralhas do castelo de Campo Maior, irá ser alvo de debate na Assembleia da República, por iniciativa do Bloco de Esquerda (BE). Em causa estão as condições de habitabilidade e sanitárias na zona, onde a comunidade vive há 50 anos. Segundo os bloquistas, existem cheiros nauseabundos e o acampamento serve ainda de entreposto para negócios ilícitos. Luís Pedras, do BE, denunciou a passividade da autarquia e do Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR), dado que “o castelo devia ter uma imagem condigna para os inúmeros visitantes que vêm à vila”.
N. R. Lamentamos que esta notícia reflicta preocupações predominantemente turísticas e não acentue o drama das pessoas ciganas que ali vivem há 50 anos.