“Orientações para uma Pastoral dos Ciganos” – na comunicação social
Mensageiro de Santo António (Abr)
Liberdade dos ciganos no coração da Igreja – por Rui Osório
“A Igreja Católica, consciente da sua missão, presta, finalmente, uma atenção especial aos ciganos” através da publicação das “Orientações para uma Pastoral dos Ciganos”. Partindo da história desta etnia e dos seus costumes o autor salienta que “os ciganos representam uma contestação viva, mesmo que inconsciente, no confronto com uma religião fria, racionalista e demasiado ligada ao legalismo.” E conclui frisando que “quem mais ganha será a Igreja, quando os tiver bem no seu coração, aprendendo com eles a liberdade, para, como eles, fazer caminho ao andar.”
Ecclesia (2 Mar)
Vaticano propõe nova atitude perante os ciganos
Noticia a publicação das “Orientações para uma Pastoral dos Ciganos”, onde a Igreja pede perdão pelos erros cometidos na relação com os ciganos e defende a superação dos preconceitos, das desconfianças e das atitudes de rejeição contra estas populações, de modo a favorecer a sua integração na sociedade.
O Cardeal Stephen Fumio Hamo, Presidente do Conselho Pontifício da Pastoral para os Migrantes e Itinerantes (CPPMI), denunciou a “indiferença e oposição contra os ciganos”, lembrando que a história do povo cigano “ficou marcada muitas vezes pela perseguição, o exílio, a falta de acolhimento, a rejeição, o sofrimento e a discriminação”. “Estas Orientações são um sinal de que a igreja tem uma preocupação específica com os ciganos.”
Entre os muitos sinais de evolução positiva, o Cardeal Hamao considerou que o modo de vida cigano “é essencialmente um testemunho vivo à liberdade interior face ao consumismo e à falsa segurança baseada na suposta auto-suficiência das pessoas.” No modo cigano tradicional de viver e pensar destaca-se a aposta na educação, a inclusão das mulheres na vida social e a formação de organizações políticas e sociais.
Ecclesia – internet (1 Mar)
Orientações para uma Pastoral dos Ciganos
Publica na íntegra o documento da Santa Sé.
Público (1 Mar)
Vaticano critica preconceitos sobre ciganos
O Vaticano defendeu num documento que a Europa tem que deixar cair os seus preconceitos em relação aos ciganos. No documento é referido que os países tradicionalmente cristãos perseguiram este povo no passado e que os preconceitos continuam bem enraizados no espírito dos europeus. O Conselho Pontifício para a Pastoral dos Migrantes e Itinerantes afirma que as opiniões públicas consideram os ciganos como “estrangeiros nocivos e pedintes inveterados”. E apela à Igreja para que ajude a diminuir o fosso que separa as populações nómadas das comunidades locais.
Amar & Sevir (Jan-Mar)
Uma Pastoral própria para os Ciganos
Conselho Pontifício para os Migrantes e Itinerantes
Reprodus a Apresentação das Orientações e também a notícia da ECCLESIA sobre o Encontro do CCIT.
ZENIT (28 Fev)
A Santa Sé publica “Orientações para a Pastoral dos Ciganos”
“Estas orientações são um sinal de que a Igreja tem uma preocupação específica pelos ciganos”, afirmou o Cardeal Stephen Fumio Hamao, Presidente do Conselho Pontifício para a Pastoral dos Migrantes e Itinerantes, hoje, na apresentação do documento “Orientações para uma Pastoral dos Ciganos”. E acrescentou que cada cigano “é acolhido na Igreja, na qual não há lugar para a marginalização nem para a exclusão.” Considerando este como um instrumento de nova evangelização destinado às pessoas nómadas, o Cardeal Hamao defendeu que apesar de o Evangelho ser “um e único”, este deve ser anunciado “tendo em conta as diferentes culturas e tradições”.
O Cardeal explicou que a ideia de preparar o documento surgiu em 1999. Entre os contributos para o documento, contam-se depoimentos de ciganos.
Na mesma conferência de imprensa, o Arcebispo Agostino Marchetto, Secretário do mesmo Conselho Pontifício, defendeu que “os novos movimentos eclesiais poderiam ter um papel particular nesta pastoral específica.”