TESTEMUNHOS SOBRE A IRMÃ ZULMIRA
Irmã Maria Isabel Rodrigues, Assistente Geral da Congregação das Servas de
Nossa Senhora de Fátima
Na nota biográfica sobre a Irmã Zulmira, escreve: “a nossa querida Irmã Zulmira foi uma mulher discreta, humilde e simples, mas firme no seu amor a Cristo e naquilo que acreditava ser a vontade de Deus. Isso ficou bem manifesto nos seus últimos dias, pela fortaleza e ânimo com que viveu o sofrimento.”
Elisa e Léon Tambour (CCIT)
Para além das palavras citadas no artigo “Deus chamou a Irmã Zulmira”, dão o seguinte testemunho sobre a Irmã Zulmira: “a verdade é que o Amor que ela irradiava não deixava espaço para o desgaste do tempo. … A sua dedicação incansável e discreta protegia-a e dava-lhe, ao mesmo tempo, uma serenidade que era contagiosa. … Todos fomos enriquecidos por aquilo que ela foi durante toda a sua vida terrestre e pela proximidade do Pai onde ela se encontra agora.
A sua humildade constante foi a sua vocação até ao seu último suspiro, ao ponto de ter feito dela um caminho real para Deus e para os mais pequenos. Ela terá sido e permanecerá a imagem sorridente da grandeza da humildade que continuará a iluminar todos aqueles que ela conheceu. Nós devemos-lhe um grande reconhecimento.
É difícil imaginar o CCIT sem Zulmira! Mas o que ela nos deu permitir-nos-á reencontrá-la no afecto. Ela continuará bem presente entre nós e a oração manter-nos-á muito unidos a ela!
E é ainda ela ainda que nos conduz ao afecto que, muito sinceramente, nós temos por vós (membros portugueses do CCIT).”
Maria Luísa Esteves, Porto
Junto envio o pagamento da minha assinatura dA CARAVANA. “Soube hoje apenas que a Irmã Zulmira tinha falecido o que muito me penalizou pois éramos amigas de longa data, do tempo de Coimbra.”
Banco Alimentar contra a Fome
“Não podendo esquecer a grande generosidade sempre demonstrada pela querida Irmã Zulmira vem muito sentida associar-se a este momento de dor.”
Antonieta Xufre, Sec. Dioces. do Algarve
Apresentou condolências.
Ignasi Marques, Director da Pastoral dos Ciganos de Barcelona, Espanha
Queria “expressar-vos as minha condolências pela morte da muito querida Irmã Zulmira, de quem sentirão a falta os ciganos portugueses e todos os que tínhamos a sorte de privar com ela nos encontros internacionais do CCIT. Expressa os meus sentimentos aos colaboradores da Pastoral Cigana em Portugal.”
Paul Meissner, Director do Nevi Yag (Fogo Novo), jornal do CCIT
“Acabamos de ter conhecimento, com profunda mágoa, do falecimento de Zulmira – o bom espírito da Pastoral dos Ciganos em Portugal e igualmente do CCIT. Ela vai fazer-nos falta. Nós desejamos a Paz do Senhor para a sua alma e transmitimos os nossos sentimentos profundamente sentidos a todos os seus amigos e amigas em Portugal.”
As ciganas e os ciganos
Muitas ciganas e ciganos tiveram manifestações de profundo e sentido pesar pelo falecimento da Irmã Zulmira. Muitas lágrimas e reacções de dor, de amizade, de consternação, de silêncio perante o mistério da separação da morte. Uma das últimas palavras da Irmã Zulmira foi a recomendação de as Irmãs darem uma esmola que ela tinha recebido, € 5, a uma cigana muito sua amiga, a Maria da Luz (Ajuda). A simbiose da Irmã Zulmira com os ciganos e destes com ela tornou-se ainda mais visível na sua morte. Tiremos as conclusões que Jesus anunciou em Mt 25, 31-46 (Juízo Final).