Livro Jogos Multiculturais
Severino Ballesteros Alonso
Ed. Salesianas
208 páginas
Jogos de África, da América, da Ásia, de Europa e da Oceania. Jogos que exigem uns pauzinhos, uma chapéu, uma bola, pedras, lã ou botões coloridos. Jogos de inteligência, de observação, de destreza física, de sociabilidade. Jogos para muitos e poucos participantes. Jogos de com origem na natureza, no grupo étnico ou na religião. Jogos de sala, de recreio, de campo ou de praia. Jogos simples e jogos mais complicados. Jogos para todos os gostos e quase todas as situações.
Todos os educadores, sejam professores, animadores de grupos ou dirigentes escutistas, devem ter sempre na algibeira quatro ou cinco jogos, quer para motivar um trabalho, quer para um intervalo de descontracção ou para um momento imprevisto.
Os jogos de grupo desanuviam, descontraem, divertem e fortalecem o grupo, mesmo criando competição entre os seus elementos. Como dinâmica educativa, não podem ser ignorados. Dizia Afonso X, rei de Leão e Castela, que Deus quis dar aos homens várias alegrias para suportarem as inclemências da vida. Uma dessas alegrias são os jogos. O rei que teve por cognome “o Sábio” publicou o primeiro livro de jogos na Europa – afirma a obra que agora se apresenta.
Este “Jogos Multiculturais” oferece-nos 99 jogos e mais algumas dezenas de variantes. Cada um deles é acompanhado por uma ficha que diz o nome, avalia o grau de dificuldade, refere a origem e os outros nomes noutras culturas, indica o material necessário e o número de participantes.
Exemplo de um jogo simples e de sucesso garantido, para jogar na praia ou num bosque: A um pequeno aro ata-se um fio de meio metro. Enterra-se o aro e deixa-se de fora a ponta do fio. Cada membro do grupo a seguir espeta um pau na areia. Quem espetar o pau no centro do aro tem o direito a escondê-lo no jogo seguinte.
Ah, este jogo veio do Benim, a terra africana descoberta por João Afonso de Aveiro.
J.P.F.
