Este não será o pior Natal dos últimos anos, mas o melhor Natal dos próximos.
Pedro Santos Guerreiro
Sábado, 27-11-08
A crise actual resume-se em três palavras: não há dinheiro.
João Cândido da Silva
Jornal de Negócios, 27-11-08
A mistura de dinheiro e política é explosiva, sobretudo quando o dinheiro começa a faltar e a política é um simulacro.
Francisco José Viegas
Correio da Manhã, 27-11-08
Um dos défices mais graves da vida política portuguesa é exactamente (…) [a] omissão das lideranças partidárias de assumirem as suas responsabilidades na apreciação dos comportamentos eticamente reprováveis nos membros dos seus partidos.
José Pacheco Pereira
Público, 29-11-08
Na Europa, a questão do dia já não é tanto evitar a recessão, mas como torná-la tão leve e breve quanto possível.
António Vitorino
Diário de Notícias, 28-11-09
Portugal é uma comédia para quem pensa e uma tragédia para quem sente.
Carlos Marques de Almeida
Diário Económico, 28-11-09
(…) Quem tem responsabilidades políticas tenta combater o desânimo, apoiar os mais aflitos no plano social, apontar caminhos que criem investimento, emprego, rendimento. Ninguém pode prometer o que sabe que não pode dar. Ninguém pode garantir que a crise nos pode passar ao largo. Mas a diferença essencial de país para pais é a atitude dos protagonistas políticos e económicos dos vários quadrantes na tomada de decisões concretas, sucessivas e cumulativas. (…) Em Portugal continua a prevalecer a lamúria. (…) Os portugueses têm gosto em deprimir-se ainda mais pela palavra e cuidam cada vez menos de sair da depressão pela acção.
Editorial
Diário de Notícias, 29-11-08
É uma ilusão supor que podemos adoptar, em directo, o ponto de vista de Deus e, a partir daí, distinguir o que é humano e o que é divino, como se fôssemos entidades que os transcendessem e os fiscalizassem.
Bento Domingues
Público, 30-11-08
