Olho de Lince A surpresa foi muito agradável. Ia começar a celebração para preparar uma “festa religiosa” e a Mesa da Irmandade fez-me chegar um pequeno comunicado, com o pedido de que o lesse no final.
Tornava-se público que, acolhendo a sugestão das autoridades concelhias, não haveria qualquer sessão de fogo durante os festejos. As razões, óbvias, estavam anunciadas: evitar qualquer risco de incêndio ou dano colateral; evitar que oportunistas incendiários tomassem dos foguetes o motivo para encobrirem o seu crime; manifestar solidariedade com as vítimas da tragédia nacional dos incêndios.
O texto terminava com um apelo à compreensão dos locais e forasteiros; pedia também a generosidade de todos, com a informação de que, feitas as contas, uma verba seria entregue à Caritas nacional, para ajudar a minimizar os danos sofridos por tantos portugueses.
Aplaudi a ideia. Assim se ajuda a elevar o nível de civismo e consciência do bem comum!
Q.S.
