Como não agradecer-te, mãe,
se é tanto o que és,
o que ofereces
e o que semeias no meu ser?
Mas como agradecer-te, mãe,
se é tão pouco o que tenho
para dizer, para te bendizer?
Dizer “obrigado” é pouco,
mas dizer-te “obrigado” é tudo o que resta,
quando tudo já tiver sido dito.
Obrigado, mãe,
pela vida que nunca recusaste dar-me.
Obrigado pelo amor,
que nunca hesitaste oferecer-me.
Obrigado pelos sacrifícios
a que nunca te furtaste.
Obrigado pela fé
com que sempre me inundaste.
Obrigado,
por seres sempre berço a que volto
e fonte a que regresso.
Obrigado
pelo testemunho e pela fidelidade.
Obrigado,
por me teres dado a vida
e por seres vida em mim.
Obrigado,
por não me eliminares, quando habitei teu ventre.
Obrigado,
por me amares desde o primeiro instante.
Obrigado,
por nunca seres túmulo
e por sempre seres regaço.
Porque sei
que amar assim,
como tu amas,
é algo que só está ao alcance de ti, mãe!
Homenagem da Comissão Episcopal da Família
no Dia da Mãe (excerto)
