Por tudo quanto és!

Como não agradecer-te, mãe,

se é tanto o que és,

o que ofereces

e o que semeias no meu ser?

Mas como agradecer-te, mãe,

se é tão pouco o que tenho

para dizer, para te bendizer?

Dizer “obrigado” é pouco,

mas dizer-te “obrigado” é tudo o que resta,

quando tudo já tiver sido dito.

Obrigado, mãe,

pela vida que nunca recusaste dar-me.

Obrigado pelo amor,

que nunca hesitaste oferecer-me.

Obrigado pelos sacrifícios

a que nunca te furtaste.

Obrigado pela fé

com que sempre me inundaste.

Obrigado,

por seres sempre berço a que volto

e fonte a que regresso.

Obrigado

pelo testemunho e pela fidelidade.

Obrigado,

por me teres dado a vida

e por seres vida em mim.

Obrigado,

por não me eliminares, quando habitei teu ventre.

Obrigado,

por me amares desde o primeiro instante.

Obrigado,

por nunca seres túmulo

e por sempre seres regaço.

Porque sei

que amar assim,

como tu amas,

é algo que só está ao alcance de ti, mãe!

Homenagem da Comissão Episcopal da Família

no Dia da Mãe (excerto)