1. “Deus é amor” (Deus caritas est) é o título da primeira encíclica de Bento XVI. A frase apareceu pela primeira vez na história da humanidade numa carta do Novo Testamento. Qual?
a) Carta de S. Paulo aos Romanos
b) 2ª Carta de S. João
c) Carta aos Hebreus
d) 1ª Carta de S. João
2. Barnabé foi um dos primeiros convertidos ao cristianismo. O seu verdadeiro nome era José. Os apóstolos puseram-lhe a alcunha “Barnabé” (ou “Barnabás”), porque ele era bom…
a) …a consolar as pessoas.
b) …a convencer as pessoas.
c) …a explicar as Escrituras.
d) …a falar línguas.
3. Susana aparece na lista das discípulas de Jesus, quando para a mentalidade do tempo era impensável um rabi ter discípulas. Segundo o Evangelho, uma das funções de Susana era:
a) anunciar a Boa-Nova a outras mulheres.
b) cuidar dos pobres.
c) providenciar alojamento nas caminhadas de Jesus.
d) o sustento económico de Jesus e seu grupo.
4. Na Bíblia, por vezes, até os animais e as plantas têm um papel na história da salvação. O sicómoro foi a árvore que permitiu que Zaqueu visse o senhor. Mas… para que é que serviam os sicómoros?
a) Para dar lenha.
b) Davam a melhor madeira para a construção.
c) Davam boa sombra.
d) Davam fruto.
Respostas
d) 1ª Carta S. João. A frase aparece em dois versículos: 1 Jo 4,8 “Aquele que não ama não chegou a conhecer a Deus, pois Deus é amor”; e 1 Jo 4,16 “Deus é amor, e quem permanece no amor permanece em Deus, e Deus nele”.
a) “Barnabé” quer dizer “filho da consolação” e é o apelido que os apóstolos põem ao levita de Chipre chamado José (Actos 4,36). Barnabé teve uma missão fundamental: apresentou Paulo aos apóstolos (Act 9,27).
d) Susana, com Maria Madalena, Joana, mulher de um administrador de Herodes, “e muitas outras” serviam o Senhor e os Doze “com os seu bens”, quando se deslocavam de cidade em cidade (ver Lc 8,1-3). Já agora, o nome Susana significa “lírio”.
d) Davam um fruto parecido com o figo. Com certeza que também serviam para lenha, mas esse uso não é referido na Bíblia. O sicómoro dava uma espécie de figo que, para ser comestível, necessitava de um pequeno golpe antes de amadurecer. Daí que o profeta Amós, além de ser pastor, cultivasse sicómoros (ver perguntas da semana anterior e Am 7,14). A importância económica do sicómoro é atestada pela nomeação de um administrador “das oliveiras e dos sicómoros”, no tempo do rei David (ver Cr 27,28). A sua madeira era boa, mas não tão boa como a dos cedros, a julgar pelo que diz Isaías: “As traves de madeira dos sicómoros foram abatidas, mas nós as substituiremos por madeira de cedros” (Is 9,9).
