1. Durante séculos, a Igreja Católica seguiu uma tradução latina da Bíblia conhecida por “Vulgata”. Sabe quem foi o autor dessa tradução?
a). S.to Agostinho
b) S. Tomás de Aquino
c) S. Jerónimo
d) S.to Isidoro de Sevilha.
2. Numa das visões de João, no livro do Apocalipse, Jesus diz: “Eu sou o Alfa e o Ómega” (Ap 22,13). Alfa e Ómega são:
a) A primeira e a última letra do alfabeto hebraico
b) A primeira e a última letra do alfabeto grego
c) A primeira e a última letra do alfabeto aramaico
a) A primeira e a segunda letra do alfabeto grego.
3. O livro dos Salmos tem em hebraico o título “Tehillîm”, que significa…
a) …Louvores
b) …Pedidos
c) …Orações
d) …Composições.
4. Holocausto, palavra que tem sido usada para referir o extermínio dos judeus nos campos de concentração, durante a II Guerra Mundial, designa, na Bíblia…
a) …a pena de morte
b) …a condenação pelo Sinédrio
c) …a destruição total de uma povoação a quando de uma invasão
d) …um tipo de sacrifícios que queimava totalmente a vítima.
Respostas
1. c) Jerónimo (347-420), natural dos Balcãs, vivendo em Roma e depois na Terra Santa, a pedido do Papa Dâmaso, foi o autor tradutor da “Vulgata”. Jerónimo reviu textos de traduções latinas anteriores e traduziu outros do grego e do hebraico. “Vulgata” quer dizer “divulgada”, “difundida”.
2. b) Alfa e Ómega são a primeira e a última letra do alfabeto grego (A e W). O sentido dessa expressão é dado pelo próprio versículo em causa: “…o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim”. Jesus Cristo é o Absoluto. Embora as letras sejam gregas, os estudiosos da Bíblia dizem que se trata de um hebraísmo, isto é, tradução de uma expressão tipicamente hebraica. Se João tivesse usado letras hebraicas, Jesus diria: “Eu sou o Alef e o Tau” (primeira e última letra do alfabeto hebraico).
3. a) “Tehillîm” significa “louvores”. O título português Salmos provém do grego “Psalmoi”, que se referia a cânticos acompanhados com um instrumento de cordas ou saltério (em grego, “psaltêrion”).
4. d) Holocausto é um tipo de sacrifício que se praticava no templo de Jerusalém, em que se queimava totalmente a vítima (“olah” significa subir e refere-se ao fumo da vítima que subia em direcção a Deus). O oferente e o sacerdote nada recebiam, excepto a pele. Era um sacrifício de abastados. A vítima tinha de ser um animal (bovino, ovino ou caprino) macho, sem defeito (Lv 22,17-25). Os pobres podiam oferecer rolas ou pombas (Lv 5,7). Além dos holocaustos, no Antigo Testamento havia outros tipos de sacrifícios: sacrifício de comunhão, sacrifício pelo pecado, sacrifício de reparação da ofensa, pães da oferenda e ofertas de incenso.
