A droga, esse flagelo!

Do meu ecrã Há muitos flagelos nesta sociedade. Muitos e não há maneira de os índices descerem. É o desemprego, em todos os campos, agora mais sentido nos licenciados, a que noutro local se refere D. António Marcelino, Bispo desta Diocese, em declarações ao JN. É a criminalidade que ataca em todo o lado, nos comboios, nas estradas, que até já ataca a segurança policial (como aconteceu ontem para os lados do Algarve). É a falta da solidariedade! É, isto mais aquilo! É a droga que dá cabo das pessoas, destrói famílias. E neste momento passa-me pelo meu ecrã aquela mulher que há anos anda a lutar pela cura do filho e quando já cantava vitória, eis que o filho lhe cai de novo nos seus braços pedindo ajuda. Cai, ainda bem que continua a cair nas mãos da mãe, que continua a ter esperança e recorre a toda a gente, mas recorre essencialmente ao Deus Criador de seres belos. Ela acredita! Ainda bem!

Ao ler as últimas estatísticas constata-se, no caso de Portugal, há seis a dez toxicodependentes por mil habitantes, dos 15 aos 64 anos. Portugal integra o grupo de países segundo, o Observatório Europeu, com maior percentagem de toxicodependentes, cerca de um por cento da população, entre 60 a 100 mil. Este ano já cresceu, em relação ao ano passado, que se ficava pelos 80 mil.

Mas este flagelo não atinge só, infelizmente, o nosso país, outros estão na calha, como uma Itália, um Reino Unido que levam a bandeira negra dos países mais consumidores.

D.R.