Exaltado e santificado seja o seu grande Nome (Ámen), no mundo que ele criou por sua vontade. Queira ele estabelecer o seu reino e determinar o ressurgimento da sua redenção e apressar o advento do seu ungido (Ámen), no decurso da vossa vida, nos vossos dias e no decurso da vida de toda a Casa de Israel, prontamente e em tempo próximo; e dizei Ámen.
Seja o seu grande Nome bendito eternamente e para todo o sempre; seja bendito, louvado, glorificado, exaltado, engrandecido, honrado, elevado e excelentemente adorado o Nome do Sagrado, bendito seja ele (Ámen), acima de todas as bênçãos, hinos, louvores e consolações que possam ser proferidos no mundo; e dizei Ámen.
Que haja uma paz abundante emanada do céu e vida boa para nós e para todo o povo de Israel; e dizei Ámen.
Aquele que afirma a paz nas alturas com sua misericórdia, conceda a paz sobre nós e sobre todo o seu povo de Israel; e dizei Ámen.
Oração recitada no Largo de S. Domingos, em Lisboa, no dia 20 de Abril de 2005, quando passavam 500 anos sobre o massacre de milhares de judeus (os cálculos vão de dois a quatro milhares) na capital portuguesa. Em 1506, na sequência de uma seca que levou fome e peste à capital do reino de Portugal, a fúria popular, com o apoio do poder político e religioso, desencadeou uma matança que durou três dias.
Apesar de não fazer referência a mortos, os judeus rezam esta oração pelos defuntos.
