Reaprender para viver melhor “Após todos estes gestos [cântico de entrada, ósculo no altar, sinal da cruz, saudação], estão reunidos os «ingredientes» indispensáveis a uma celebração verdadeiramente comunitária: há uma assembleia (representativa do corpo de Cristo); há um celebrante, para presidir em nome e pelo poder de Cristo, como seu ministro (representa Cristo, Cabeça da Igreja); há um mesmo sentir e pulsar dos corações, que têm, em comum, a mesma fé e o mesmo baptismo; há um altar, sobre o qual se vai imolar Cristo Jesus. A uma só voz, como verdadeira comunidade de irmãos, unidos entre si e ao Pastor, pode dar-se início à celebração.”
Fica mais do que sublinhada toda a importância dos ritos iniciais da Eucaristia. A escolha do cântico, a atitude do presidente, a sobriedade e densidade dos seus gestos e palavras. Cabe-lhe mediar, com o precioso auxílio do coro, a chamada da assembleia à sua consciência de comunidade e a motivação para a entrada no clima de acolhimento ao mistério de Jesus Cristo, que nos fala e que realiza ali mesmo, sobre o altar, o Seu Mistério Pascal.
Isto não se compadece com correrias, improvisações e, sobretudo, com a intromissão de elementos “folclóricos” que desvirtuam o ambiente celebrativo.
Q.S.
