Afinal, há famílias! (II)

Olho de Lince A celebração era ao fim de um dia de semana. A assembleia ultrapassava a frequência normal, sem outro motivo que não fosse o sufrágio de aniversário por alguns paroquianos, um deles o primeiro aniversário.

Várias famílias “sagradas” integravam esta assembleia: pai, mãe, filho (neste caso, filha). Dois desses conjuntos tinham que ver com este sufrágio de primeiro aniversário. A família, que foi uma, é agora uma teia de famílias.

Recordo-me da última visita que fiz ao irmão que, entretanto, partiu para o Pai. Recordo-me do carinho com que estas “famílias da família” rodeavam o seu enfermo, da serenidade e elevação com que acompanharam a realização do sacramento da Unção dos Doentes e Viático.

Reparei que o casal mais novo, também com a pequena mais nova, olhou para a sua filhinha na ocasião do Pai Nosso; o pai deu-lhe alguma indicação – acolhida – para que acompanhasse a oração. E rezaram em família, no seio desta família maior, que era a comunidade celebrante. Uma cena que completava lindamente a vida de família daquela teia de famílias!

Q.S.