Bento XVI, defendeu no início da semana, que é “necessário e urgente que as religiões e os seus símbolos sejam respeitados”, numa intervenção particularmente relevante, num momento em que se vive a crise gerada pela publicação das caricaturas de Maomé, com reacções violentas no mundo muçulmano.
“No contexto internacional que conhecemos actualmente, a Igreja Católica continua convencida de que, para favorecer a paz e a compreensão entre os povos e entre os homens, é necessário e urgente que as religiões e os seus símbolos sejam respeitados e que os crentes não sejam objecto de provocações”, disse o Papa, ao receber Ali Achour, novo embaixador de Marrocos junto da Santa Sé.
O discurso papal acrescentou que em nenhum caso se podem admitir “a intolerância e a violência” como forma de resposta às ofensas, “porque não são respostas compatíveis com os princípios sagrados da religião”.
