Carnaval no rio Antúã

Começa a ser tradição e cada vez tem mais concorrentes e espectadores. Tudo serve para descer o rio Antuã, que separa ou une – depende dos pontos de vista – Salreu e Estarreja, da simples bateira à mais elaborada embarcação. Com participantes empenhados em construir “embarcações alegóricas”, como discotecas e comboios flutuantes, a descida assemelha-se a um corso carnavalesco. Aliás, ouvia-se entre os espectadores do passado Domingo: “Olha, aquele [barco] é feito dos restos do carnaval”. Feliz-mente neste corso (ainda?) não se imita o que vem do Brasil.