Clube de Aveiro mostra-se à comunidade

Centenário do Rotary Internacional No ano em que o Rotário Clube de Aveiro comemora cinquenta anos de existência, ocorre o centenário do Rotary Internacional, evento que é assinalado em Aveiro, com um programa que inclui uma exposição, numa “loja” da Avenida Lourenço Peixinho (foto).

Do programa, os rotários Énio Semedo, Henrique Mendonça e João Azevedo apontam o “compromisso da câmara municipal pôr o movimento rotário na toponímia da cidade e reimplementar uma rua com o nome dos irmãos Aleluia (dois rotários), e ainda renovar e aumentar o quadro social do clube, estando em perspectiva a entrada de alguns novos associados no dia 21 de Março”, dia em que estará em Aveiro o governador rotário

Para estes rotários, a “erradicação da poliomielite, até 2005, é talvez a maior realização do Rotary a nível mundial. A poliomielite é uma doença terrível mas que com cinquenta cêntimos, custo de cada uma das vacinas, se pode salvar uma vida”, é uma campanha do Rotary Internacional que merece destaque, tal como a dos “três H” – Health (saúde), Hungry (fome) e Humanity (humanidade).

No que se refere a iniciativas do seu clube, sublinham que o “Banco Alimentar Contra a Fome, que não é do Rotary, foi gerado e criado por rotários. Em Aveiro, a escritura do Banco Alimentar foi feita só com rotários, mas tem muitos voluntários”. Outra das iniciativas foi a “criação de um banco de material ortopédico (cadeiras de rodas, canadianas, camas articuladas, etc.), material esse comprado pelo Rotário Clube de Aveiro mas doado às Florinhas do Vouga, que fazem a sua gestão e que respondem às solicitações do voluntariado hospitalar”.

Regularmente, as reuniões do Rotário Clube de Aveiro contam com a presença de “especialistas nos mais diversos ramos, desde os culturais aos científicos, passando pelos sociais, para esclarecimento nosso e dos nossos convidados”.

Estes rotários reforçam o facto do clube aveirense colaborar em muitos programas desenvolvidos pelo movimento rotário, nomeadamente no “apoio ao ensino em Timor, sobretudo da língua portuguesa”, bem como aos “países em vias de desenvolvimento, com o fornecimento de médicos, bolsas de estudo, abertura de poços para água potável, fornecimento de alimentos, formação profissional e educacional”.