Como está a ser a praxe?

Na Universidade Nas primeiras semanas de universidade e ensino superior, os caloiros já sabem o que os espera: a praxe. Com opositores e defensores, as praxes tanto podem configurar práticas degradantes como costumes de integração positiva no ambiente académico. O Correio do Vouga foi saber a opinião de dois caloiros.

Bruna Carvalho, 17 anos, Oliveira de Frades, caloira de Gestão Pública e Autárquica, na Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Águeda

Só cheguei no domingo, mas já me pintaram os pés e as mãos com verniz e a cara com batom. A praxe é para levar na brincadeira. Se tiver que fazer algo de indigno, eu recuso-me. De uma forma geral, é positiva.

Pedro Carvalho, 18 anos, Vagos, caloiro de Gestão, na UA

A praxe está a ser divertida. É uma forma de fazer amigos. Não me fizeram nada de muito excessivo. Pintaram-me as mãos com verniz e obrigaram-me a fazer flexões. Se continuar assim, até me divirto. É uma forma de integração.