Comungar na mão

Reaprender… para viver melhor A comunhão na mão, que não se pode impor nem impedir, deve ajudar as pessoas a que a recebam se assim desejarem, tendo em conta a posição da mão para receber o Corpo do Senhor e o momento de logo comungar, em atitude de reverente adoração.

Continua a ser, para alguns, uma questão de escrúpulos: as mãos não são dignas de tocar o Corpo de Cristo, entendem eles. Mas, se é certo que as mãos limpas são uma condição razoável, mais importante é um coração puro, um espírito aberto ao Senhor Jesus.

É uma questão prática de higiene. Se quem pretende receber o Pão consagrado na boca for educado para o fazer convenientemente, não há dificuldades. Se quem O recebe na mão o faz com respeito, ali mesmo O colocando na boca, em profunda adoração, o gesto é igualmente digno. É o coração que O recebe; é o coração que conta!

Mas que é preciso retomar uma formação que dê consciência do Dom que se recebe, que eduque para o íntimo respeito e adoração, que sublinhe o profundo mistério que somos convidados a partilhar…, não há dúvida que é! A generalização da comunhão não pode dispensar a excelência do modo como se recebe, que exprima a profunda convicção interior de que é o Corpo e o Sangue do Senhor que nos é dado.