Reaprender… para viver melhor A nossa vida quotidiana é povoada de linguagem gestual; sobretudo, para exprimirmos e acolhermos sentimentos, realidades que estão para além do fenómeno intelectual. Os sacramentos, sinais externos de realidades profundas, da ordem da graça, não são, de forma alguma, intrusos na nossa vida. Inserem-se nesta linha da simbólica que nos envolve.
“É uma insídia contra o Sacramento da Confissão a mentalidade, por vezes difundida, de que se pode obter o perdão directamente de Deus e mesmo de modo ordinário, sem aproximar-se do Sacramento da Reconciliação.
Estamos, antes de mais, convencidos de que, para um cristão, o Sacramento da Penitência é o caminho ordinário para obter o perdão e a remissão dos seus pecados graves cometidos depois do Baptismo. (…)
Portanto, seria insensato, além de presunçoso, querer prescindir arbitrariamente dos instrumentos de graça e de salvação que o Senhor dispôs e, no seu caso específico, pretender receber o perdão prescindindo do Sacramento instituído por Cristo precisamente para o perdão.”
É assim que nos fala João Paulo II.
Q.S.
