Olho de Lince “Catequista, foi um dia maravilhoso para mim: receber Jesus foi uma alegria que não esquece”. Expressões como esta terão sido ditas muitas vezes e por muitas crianças, nestes dias. A Primeira Comunhão, neste mundo conturbado, materialista, consumista, continua a tocar no fundo de muitos corações, pequenitos em tamanho, mas tão universais como o de Cristo.
No meio de todo o aparato social e “festivo” que rodeia este acontecimento, se estivermos atentos, encontramos as mais apaixonadas atitudes de amor a Jesus Cristo. Não estaremos é nós, adultos, sensíveis a esta preciosidade de paixão, para lhe darmos guarida e nos constituirmos em seus guardiães e promotores.
Não raro, perturbamos até esta candura e amor sincero com a “feira de vaidades” que queremos promover a propósito, desde os vestidos à pompa dos almoços. Quantas vezes, pelos “amigos” que seleccionamos para fazer a festa, esvaziamos o conteúdo fundamental da mesma: o pretexto do almoço, os presentes… irradiam para o esquecimento a alegria motivadora: o encontro com Jesus Cristo.
“Que dia feliz”!… Não o estraguemos!
Q.S.
