A Fundação Cardeal Kung, sedeada nos EUA, denunciou a detenção e o desaparecimento de dois sacerdotes católicos na China, cujo paradeiro é ainda desconhecido. Os padres não pertencem à Associação Patriótica Católica, controlada por Pequim, mas à Igreja dita “clandestina”, ligada ao Vaticano.
Os padres foram detidos quando se preparavam para participar numa peregrinação que junta milhares de católicos no final de Maio nos arredores de Shangai.
A Fundação afirma que praticamente todos os 35 Bispos da Igreja Católica clandestina se encontram detidos, sob prisão domiciliária, ou sob forte vigilância das autoridades, apesar de sinais de abertura da China quanto a eventuais negociações com o Vaticano.
