Bento XVI manifestou preocupação pela “situação dramática” que se vive desde 2003 na região do Darfur, Sudão, que já originou 200 mil mortos e mais de 2,5 milhões de deslocados.
Recebendo no Vaticano o novo embaixador do Sudão na Santa Sé, Ahmed Hamid Elfaki Hamid, o Papa lembrou o que já tinha referido na mensagem da Páscoa de 2007, pedindo que as partes envolvidas abandonem as armas.
“Neste conflito assassino, que atinge em primeiro lugar as populações civis, todos sabem que nenhuma solução viável para chegar à paz fundada na justiça pode vir da força das armas, mas passa, pelo contrário, por uma cultura de diálogo e de negociação”, disse, pedindo uma “solução política do conflito” que respeite diferenças culturais, étnicas e religiosas.
