Olho de Lince Os mais pequeninos levaram muito a peito a cadeia de oração pela amiga doentinha, que, embora mais velha, é conhecida de alguns deles, sobretudo pela proximidade nos escuteiros.
Após o compromisso na visita à Igreja, onde, sentados no chão, guiados pela sábia pedagogia da catequista “requisitada” e ajudados pelas monitoras, descobriram um Amigo que nos ama, que está sempre próximo de nós, porque está em nós, mas que está de uma forma própria “naquela casinha” iluminada pela lâmpada, cada um ficou com o encargo de continuar em casa essa cadeia de oração.
Foi uma óptima ocasião para os pais, aqueles que já rezavam com os seus filhos e os que foram por eles motivados a isso, descobrirem também a dimensão de caridade fraterna da oração. Mas, mais do que isso, em alguns casos, a ocasião de descobrirem o que é a fidelidade. “Hoje tenho de rezar duas vezes, porque ontem não rezámos!” – exclamaram alguns dos petizes, conscientes do contributo que haviam assumido.
Se tomássemos a sério o que eles – esses pequeninos de quem é o Reino dos Céus – são capazes de fazer e interpelar, todos seríamos mais espirituais, mais solidários, mais fiéis!
Q.S.
